Eu quero sumir, mas o momento certo ainda não chegou! Tomara que ele não demore muito!
sábado, julho 02, 2005
sexta-feira, julho 01, 2005
Mãe, quero vc de volta!
Decidi tomar as rédeas do caso Marilda (minha mãe para quem não sabe). Ela está em depressão desde 2001/2002. Já teve fases melhores, mas ultimamente está péssima. Se vc já é um leitor antigo, deve ter lido que ela tentou se suicidar na véspera de ano novo e teve um ataque horrível do dia 01 pro dia 02.01. Em conseqüência do que passei naqueles dias, tive uma reação alérgica e fiquei toda empelotada. Desde que comecei na terapia (e acho que muito antes, aliás), eu falo que ela deve ir a um psiquiatra. Mas ela sempre resisitiu a essa idéia pq tinha o velho preconceito que só louco se consulta com um. Depois de muito conversar, ela decidiu que iria em um. Só que começou a resistência do meu pai (não me perguntar o porquê). E até hoje, nada de levá-la a um psiquiatra, mesmo percebendo que o neurologista não conseguiu acertar os remédios dela. Na quarta-feira meu pai me ligou e disse que era para eu puxar os hospitais psiquiátricos que o convênio cobre. Ele disse que não agüenta mais a situação, que era melhor ela ser internada. Antes, ele resistia bravamente a essa idéia, pq acredita que o lado espiritual dela sairia prejudicado, já que hospitais são locais espiritualmente pesados. E tanto eu quanto meu pai acreditamos que há um lado espiritual muito forte na depressão da minha mãe. Depois, que meu pai me ligou, eu decidi tomar as rédeas e vou marcar um psiquiatra. Não quero que minha mãe seja internada, antes de tentarmos um tratamento legal com o médico certo. Nem sei pq não tomei essa atitude antes. Acho que eu não queria atropelar meu pai, só que já percebi que ele não se mexe, até pq já está abatido tb. Só que eu prometi pra minha mãe na virada do ano que iria ajudá-la, que ela iria se curar. E eu não vou desistir disso, pq quero minha mãe ao meu lado firme e forte por muito anos ainda. Aliás, quero ela e meu pai, os meus dois amores!
Decidi tomar as rédeas do caso Marilda (minha mãe para quem não sabe). Ela está em depressão desde 2001/2002. Já teve fases melhores, mas ultimamente está péssima. Se vc já é um leitor antigo, deve ter lido que ela tentou se suicidar na véspera de ano novo e teve um ataque horrível do dia 01 pro dia 02.01. Em conseqüência do que passei naqueles dias, tive uma reação alérgica e fiquei toda empelotada. Desde que comecei na terapia (e acho que muito antes, aliás), eu falo que ela deve ir a um psiquiatra. Mas ela sempre resisitiu a essa idéia pq tinha o velho preconceito que só louco se consulta com um. Depois de muito conversar, ela decidiu que iria em um. Só que começou a resistência do meu pai (não me perguntar o porquê). E até hoje, nada de levá-la a um psiquiatra, mesmo percebendo que o neurologista não conseguiu acertar os remédios dela. Na quarta-feira meu pai me ligou e disse que era para eu puxar os hospitais psiquiátricos que o convênio cobre. Ele disse que não agüenta mais a situação, que era melhor ela ser internada. Antes, ele resistia bravamente a essa idéia, pq acredita que o lado espiritual dela sairia prejudicado, já que hospitais são locais espiritualmente pesados. E tanto eu quanto meu pai acreditamos que há um lado espiritual muito forte na depressão da minha mãe. Depois, que meu pai me ligou, eu decidi tomar as rédeas e vou marcar um psiquiatra. Não quero que minha mãe seja internada, antes de tentarmos um tratamento legal com o médico certo. Nem sei pq não tomei essa atitude antes. Acho que eu não queria atropelar meu pai, só que já percebi que ele não se mexe, até pq já está abatido tb. Só que eu prometi pra minha mãe na virada do ano que iria ajudá-la, que ela iria se curar. E eu não vou desistir disso, pq quero minha mãe ao meu lado firme e forte por muito anos ainda. Aliás, quero ela e meu pai, os meus dois amores!